Coronavírus: 811 mortes, superado total de mortes por SARS em 2002-03

O número de mortes por coronavírus aumentou hoje para 811, superando as mortes por SARS em 2002-2003, com um total de casos a chegar a 37.198, segundo dados oficiais. Nas últimas 24 horas morreram 89 infetados, a maioria na província de Hubei, o epicentro do surto.A Comissão Nacional de Saúde da China revela que até ontem foram confirmados mais de seis mil casos graves, enquanto quase três mil pessoas tiveram alta. No resto do mundo, há 288 casos.
No sábado, a Comissão Nacional de Saúde da China tinha anunciado 722 mortos pelo surto do novo coronavírus.

Segundo a Comissão, até ao fim do dia de sábado registaram-se 6.188 casos graves, enquanto 2.649 pessoas tiveram alta.

As autoridades fizeram seguimento médico a 371.905 pessoas, que estiveram em contacto com os infetados, dos quais 188.183 continuam em observação.

Hoje contabilizaram-se mais 89 mortes em relação aos números de sábado devido ao vírus 2019-nCoV, com epicentro na cidade chinesa de Wuhan, na província central de Hubei.

O SARS – Síndrome Respiratório Agudo Severo fez 774 mortes no mundo inteiro.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há outros casos de infeção confirmados em mais de 20 países.

A Organização Mundial de Saúde declarou em 30 de janeiro uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional, o que pressupõe a adoção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.

As pessoas infetadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que varia entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detetado.
Mais seis casos no navio que está atracado no Japão
Há mais seis pessoas infetadas no cruzeiro que está atracado no Japão. No total, são agora 70 os casos confirmados de Coronavírus no navio, tornando-se assim no maior centro de infeção fora da China.

3.700 passageiros estão em quarentena há vários dias no porto de Yokohama, incluindo oito portugueses.

O ministro da Saúde do Japão garantiu que o país vai dar prioridade máxima às pessoas que se encontram a bordo do cruzeiro.

Há neste momento mais de 600 pessoas que necessitam de medicação.

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