Falta de fundos contém obras em centralidades

O secretário de Estado para a Habitação, Joaquim Silvestre, afirmou, citado pela Angop, que os apartamentos do Zango 0 e do Quilómetro 44, parcialmente habitados desde 2017, só voltarão a estar disponíveis à venda livre quando haver dinheiro para se concluir o interior das residências e construírem-se os arruamentos, redes técnicas e outras estruturas.
Sem avançar o número de habitações disponíveis nesses projectos, o secretário de Estado considerou serem as únicas centralidades com casas para venda livre em Luanda, uma vez que as outras urbanizações já foram comercializadas de forma dirigida à Função Pública e grandes empresas públicas e privadas.
A par desses dois condomínios públicos, as centralidades de Capari (Bengo), do Dundo (Lunda-Norte), Lobito, Loango e da Baía Farta (Benguela), assim como de Cabinda, também dependem da conclusão das infra-estruturas externas para a venda livre ao público.
Quanto às habitações da Marconi (Sambizanga) e das Antenas (Cazenga), onde algumas casas estão a ser vandalizadas por falta de ocupantes, Joaquim Silvestre reiterou que as negociações para o realojamento dos futuros moradores continuam.
“Temos tido algumas dificuldades na negociação para o realojamento da população, porque algumas pessoas não aceitam receber as casas dessas urbanizações, dificultando a conclusão do processo e a ocupação dos imó-
veis”, referiu.
Segundo o secretário de Estado para a Habitação, o Executivo tem trabalhado para reforçar a segurança nessas urbanizações, visando preservar o bem público e a integridade das famílias.

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